quarta-feira, 21 de junho de 2017

Mapa da Origem dos Alimentos

link: http://blog.ciat.cgiar.org/origin-of-crops/

Dois terços dos gêneros alimentícios que compõem dietas dos países são originalmente de outras regiões. A internacionalização só cresce É difícil imaginar a cozinha italiana sem tomate, ou a culinária francesa sem batata. E, no entanto, ambos são originários da América do Sul, mais precisamente da região da cordilheira dos Andes. Já as mangueiras, bananeiras, coqueiros, pés de laranja e canaviais que proliferam pelo litoral e interior brasileiros vêm do sudeste da Ásia - isso para não falar dos cafezais, originários da África central. O mundo das comidas, bem antes do Instagram e dos foodies, é altamente globalizado. A interdependência alimentar ganhou impulso na Era das Navegações e só vem crescendo desde então.Dois terços dos gêneros alimentícios que compõem dietas dos países são originalmente de outras regiões. A internacionalização só cresce. É difícil imaginar a cozinha italiana sem tomate, ou a culinária francesa sem batata. E, no entanto, ambos são originários da América do Sul, mais precisamente da região da cordilheira dos Andes. Já as mangueiras, bananeiras, coqueiros, pés de laranja e canaviais que proliferam pelo litoral e interior brasileiros vêm do sudeste da Ásia - isso para não falar dos cafezais, originários da África central. O mundo das comidas, bem antes do Instagram e dos foodies, é altamente globalizado. A interdependência alimentar ganhou impulso na Era das Navegações e só vem crescendo desde então.

Um estudo recente, publicado em junho de 2016, mostra que quase 70% dos sistemas alimentares dos países atualmente é baseado em gêneros comestíveis que surgiram em outras regiões. Além disso, o estudo conclui que, nos últimos 50 anos, esses alimentos “estrangeiros” se tornaram cada vez mais presentes nas dietas das pessoas - mesmo em países com grande biodiversidade. A pesquisa foi feita por cientistas ligados ao Centro Internacional de Agricultura Tropical, organização com sede na Colômbia que existe desde 1967.

Um mapa interativo feito pelos autores do estudo indica graficamente, em inglês, de onde vêm os principais alimentos do mundo:

Para chegar a essas conclusões, os pesquisadores cruzaram as informações sobre as origens de 151 gêneros alimentícios diferentes, de 23 regiões do mundo, com dados sobre as dietas de 177 país, compilados pelo braço de Alimentação e Agricultura das Nações Unidas. A pesquisa cobriu assim os hábitos alimentares de 98% da população mundial.

"Para cada país, podíamos discernir qual era a contribuição em termos de calorias, proteínas, gorduras e peso total da comida para cada gênero alimentício - e então ver se sua origem era local ou estrangeira”, disse ao site da NPR, rádio pública americana, Colin Khoury, autor principal da pesquisa.

Além de criar o mapa que mostra de onde vem cada alimento, os pesquisadores criaram um gráfico interativo circular em que é possível ver quanto da dieta de cada região do mundo vem de fora. Vê-se no gráfico, por exemplo, que a América do Norte é altamente dependente, do ponto de vista calórico, de alimentos surgidos no Norte da África e Oriente Médio - principalmente o trigo.

Os mapas e gráficos apresentam os dados agrupados apenas por região, mas a partir das tabelas anexas ao artigo que explica a pesquisa, o Nexo conseguiu identificar qual a origem dos alimentos que, em termos calóricos, formam a base da dieta brasileira. Apenas 12% do que comemos vem de plantas originárias das Américas - dos quais só 2,4% são da região onde está o Brasil, a América do Sul tropical.

Como é determinada a origem das comidas

Se os dados usados pelos pesquisadores sobre a dieta e hábitos alimentares vêm das Nações Unidas, após compilação feita junto aos governos de cada país, a determinação da origem de cada gênero alimentício vem de uma tese dos anos 1920.

No começo do século 20, o pesquisador russo Nikolai Vavilov propôs a ideia de que há no mundo alguns “centros de origem” das culturas comestíveis. Antes de Vavilov, com subsídios de estudo botânicos, fitogeográficos e genéticos já era possível determinar mais ou menos a origem dessas culturas. Mas o russo sistematiza esse conhecimento ancorado na ideia de que a região onde uma cultura foi domesticada, seu centro de origem, seria marcada pela grande diversidade do gênero alimentício convivendo com suas variedades selvagens. Isso porque naquela região, os agricultores foram selecionando ao longo do tempo as melhores espécies.

Assim, ele identificou centros de origem no México, no Chile, no Brasil, ao redor do Mediterrâneo, entre outros. Vavilov tinha um interesse prático na determinação da origem das culturas comestíveis, pois esses centros guardam grande diversidade genético que seria útil para a melhoria da agricultura, com espécies capazes de se adaptar a diferentes climas ou doenças. O debate evoluiu depois de Vavilov até hoje - o termo “centro de diversidade”, por exemplo, é preferido atualmente a “centro de origem”.

O problema da biodiversidade

Além de mapear e cruzar os dados que mostram as origens e a interdependência alimentar dos países, o estudo liderado por Colin Khoury termina com um alerta. Há um efeito perverso nessa globalização: o fato de 70% da comida dos países vir, originalmente, de outro lugar, é sintoma de uma homogeneização das dietas, que pode ter o impacto negativo de reduzir a biodiversidade das culturas comestíveis. Isso torna o sistema alimentar global mais vulnerável a doenças e intempéries.

“É prudente fazermos um amplo e inclusivo esforço de conservar e tornar acessível a diversidade genética de gêneros alimentícios em todo o mundo”, dizem os autores da pesquisa. Existem atualmente alguns tratados internacionais para a conversação e difusão de variedades de gêneros alimentícios, com o objetivo de se contrapor à tendência de homogeneização das culturas comestíveis. Na Noruega, enterrado no gelo, há um banco de sementes com 1 milhão de variedades que servem como um seguro contra catástrofes naturais e guerras.

Um estudo recente, publicado em junho de 2016, mostra que quase 70% dos sistemas alimentares dos países atualmente é baseado em gêneros comestíveis que surgiram em outras regiões. Além disso, o estudo conclui que, nos últimos 50 anos, esses alimentos “estrangeiros” se tornaram cada vez mais presentes nas dietas das pessoas - mesmo em países com grande biodiversidade. A pesquisa foi feita por cientistas ligados ao Centro Internacional de Agricultura Tropical, organização com sede na Colômbia que existe desde 1967.

Um mapa interativo feito pelos autores do estudo indica graficamente, em inglês, de onde vêm os principais alimentos do mundo:

Para chegar a essas conclusões, os pesquisadores cruzaram as informações sobre as origens de 151 gêneros alimentícios diferentes, de 23 regiões do mundo, com dados sobre as dietas de 177 país, compilados pelo braço de Alimentação e Agricultura das Nações Unidas. A pesquisa cobriu assim os hábitos alimentares de 98% da população mundial.

"Para cada país, podíamos discernir qual era a contribuição em termos de calorias, proteínas, gorduras e peso total da comida para cada gênero alimentício - e então ver se sua origem era local ou estrangeira”, disse ao site da NPR, rádio pública americana, Colin Khoury, autor principal da pesquisa.

Além de criar o mapa que mostra de onde vem cada alimento, os pesquisadores criaram um gráfico interativo circular em que é possível ver quanto da dieta de cada região do mundo vem de fora. Vê-se no gráfico, por exemplo, que a América do Norte é altamente dependente, do ponto de vista calórico, de alimentos surgidos no Norte da África e Oriente Médio - principalmente o trigo.

Os mapas e gráficos apresentam os dados agrupados apenas por região, mas a partir das tabelas anexas ao artigo que explica a pesquisa, o Nexo conseguiu identificar qual a origem dos alimentos que, em termos calóricos, formam a base da dieta brasileira. Apenas 12% do que comemos vem de plantas originárias das Américas - dos quais só 2,4% são da região onde está o Brasil, a América do Sul tropical.

Como é determinada a origem das comidas

Se os dados usados pelos pesquisadores sobre a dieta e hábitos alimentares vêm das Nações Unidas, após compilação feita junto aos governos de cada país, a determinação da origem de cada gênero alimentício vem de uma tese dos anos 1920.

No começo do século 20, o pesquisador russo Nikolai Vavilov propôs a ideia de que há no mundo alguns “centros de origem” das culturas comestíveis. Antes de Vavilov, com subsídios de estudo botânicos, fitogeográficos e genéticos já era possível determinar mais ou menos a origem dessas culturas. Mas o russo sistematiza esse conhecimento ancorado na ideia de que a região onde uma cultura foi domesticada, seu centro de origem, seria marcada pela grande diversidade do gênero alimentício convivendo com suas variedades selvagens. Isso porque naquela região, os agricultores foram selecionando ao longo do tempo as melhores espécies.

Assim, ele identificou centros de origem no México, no Chile, no Brasil, ao redor do Mediterrâneo, entre outros. Vavilov tinha um interesse prático na determinação da origem das culturas comestíveis, pois esses centros guardam grande diversidade genético que seria útil para a melhoria da agricultura, com espécies capazes de se adaptar a diferentes climas ou doenças. O debate evoluiu depois de Vavilov até hoje - o termo “centro de diversidade”, por exemplo, é preferido atualmente a “centro de origem”.

O problema da biodiversidade

Além de mapear e cruzar os dados que mostram as origens e a interdependência alimentar dos países, o estudo liderado por Colin Khoury termina com um alerta. Há um efeito perverso nessa globalização: o fato de 70% da comida dos países vir, originalmente, de outro lugar, é sintoma de uma homogeneização das dietas, que pode ter o impacto negativo de reduzir a biodiversidade das culturas comestíveis. Isso torna o sistema alimentar global mais vulnerável a doenças e intempéries.

“É prudente fazermos um amplo e inclusivo esforço de conservar e tornar acessível a diversidade genética de gêneros alimentícios em todo o mundo”, dizem os autores da pesquisa. Existem atualmente alguns tratados internacionais para a conversação e difusão de variedades de gêneros alimentícios, com o objetivo de se contrapor à tendência de homogeneização das culturas comestíveis. Na Noruega, enterrado no gelo, há um banco de sementes com 1 milhão de variedades que servem como um seguro contra catástrofes naturais e guerras.


Mapa Interativo

Alimentos Consumidos

Alimentos Produzidos

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Geoprocessamento Aplicado

link:http://editora.ifpb.edu.br/index.php/ifpb/catalog/view/80/43/142-1


A publicação “Geoprocessamento Aplicado – Contexto Multidisciplinar”, reunindo textos técnicos em seus treze capítulos, apresenta, em onze deles, uma amostra de trabalhos de graduação deste curso, não raramente frutos de pesquisas de iniciação científica, com abrangência pluridisciplinar, como de fato se caracteriza o campo de ação das técnicas de geoprocessamento. Não menos importantes, outros dois capítulos da obra compreendem trabalhos desenvolvidos por servidores do IFPB não atuantes no curso em questão – mas que têm utilizado as geotecnologias no campo das áreas socioeducacionais e ambientais.

O Capítulo VII, Sistema de Informação Geográfica aplicado ao controle das perdas físicas em sistemas de abastecimento de água, de Marcello Benigno Borges de Barros Filho e Larissa Maria Alves de Araújo, apresenta um case aplicado na área urbana do município de Santa Rita (PB), parte da Região Metropolitana de João Pessoa, estado da Paraíba.

sábado, 8 de abril de 2017

Clubes do Futebol Brasileiro

A história do Campeonato Brasileiro reflete a geopolítica nacional nas últimas décadas. Primeiro, a Taça Roberto Gomes Pedrosa marcou a expansão do Torneio Rio-São Paulo para outros centros importantes do mapa. Já o estabelecimento do torneio, em 1971, fez parte de um pacote de projetos do governo militar para a integração nacional. E, no fim das contas, o futebol entrou no jogo político durante a ditadura, com a célebre estratégia do “onde a Arena vai mal, mais um time no Nacional”. Especialmente entre as décadas de 1970 e 1980, diversas cidades de grande e médio porte estiveram representadas no certame. Ainda que a ocupação do território refletisse bastante a distribuição populacional, com clubes concentrados pelo litoral e no interior principalmente no Centro-Sul.

Posteriormente, a configuração do Brasileiro se transformou. Durante os anos 1990, explicitava também os desmandos da CBF, com suas mudanças de regulamento para satisfazer o jogo de interesses. Mas, ao menos desde 2003, a estabilidade dos pontos corridos deixou de inchar a competição. Menos participantes inéditos surgiram, pesando muito mais os méritos em campo (e, em alguns casos, os apadrinhamentos de prefeituras ou empresas) para que os novatos emergissem à elite.

No mapa abaixo, fazemos um resgate histórico dos clubes que já apareceram ao menos uma vez na elite do Brasileiro, desde 1959. Cada um está localizado no estádio onde costuma mandar os seus jogos. As equipes que fizeram parte apenas da Taça Brasil ou do Robertão estão separadas, demarcando os diferentes períodos antes da unificação do Brasileirão – e a ficha de cada clube que participou das duas fases do torneio destaca o número de edições nas quais ele esteve depois de 1971.

Para conferir o estádio de cada time, basta aproximar o mapa. Muitos escudos estão sobrepostos, por isso é preciso chegar mais perto da localização para diferenciar cada equipe. Além disso, a organização dos emblemas é feita automaticamente pelo sistema do Google Maps. Clubes com menos participações no Brasileirão acabam aparecendo por cima.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Ranking do Saneamento das 100 Maiores Cidades - 2017

link: http://www.tratabrasil.org.br/ranking-do-saneamento-das-100-maiores-cidades-2017

link 2 (Fantástico): http://glo.bo/2lxox1I

Síntese: (BASE DE DADOS DE 2015, SNIS - SISTEMA NACIONAL DE INFORMAÇÕES DE SANEAMENTO)

Lançado desde 2009 pelo Instituto Trata Brasil, o novo Ranking do Saneamento Básico das 100 maiores cidades do país é mais uma vez publicado para chamar atenção dos preocupantes indicadores de saneamento nas 100 maiores cidades do Brasil. Feito em parceria com a GO Associados, especializada em saneamento básico, o trabalho usa dados oficiais do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), Ministério das Cidades – ano base 2015. Avalia a evolução dos indicadores de água, esgotos, investimentos e perdas de água nas maiores cidades e com foco nas capitais brasileiras.

Como destaque, Franca (SP) aparece, pelo quarto ano seguido, como a melhor cidade entre as 100 maiores e Ananindeua (PA) figura na última colocação.

Os dados nacionais de saneamento no Brasil mostram que 50,3% da população tem acesso à coleta dos esgotos e somente 42% dos esgotos são tratados.

RELAÇÃO DAS DOENÇAS (DIARREIA, DENGUE E LEPTOSPIROSE) NAS 10 MELHORES E 10 PIORES CIDADES

Paralelamente ao Ranking do Saneamento desse ano, o Instituto Trata Brasil elaborou um diagnóstico de algumas doenças de veiculação hídrica - diarreia, dengue e leptospirose - nas 10 melhores e 10 piores cidades em saneamento, com base nas classificações do Ranking 2017. O estudo foi feito em parceria com a Reinfra Consultoria e contou com a participação de especialistas colaboradores, como o Dr. Luciano Pamplona de Góes Cavalcanti (Professor Adjunto II do Dept de Saúde Comunitária da Faculdade de Medicina da Universidade do Ceará) e Dr. Marcos Lopes (Professor Associado II do Dept. de Enfermagem na Universidade Federal do Ceará, além de Pesquisador nível 1B do Conselho de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O diagnóstico fez comparações entre a incidência de casos de doenças nas melhores cidades e as piores como forma de mostrar que um melhor acesso aos serviços de água e esgotos realmente afastam grande parte das doenças da água poluída.

O estudo foi feito especificamente para esse conjunto de 20 cidades por serem as situações extremas de avanços e desafios para a universalização dos serviços. Não contém, portanto, informações das outras 80 cidades do Ranking do Saneamento.

link 3: http://g1.globo.com/economia/noticia/saneamento-melhora-mas-metade-dos-brasileiros-segue-sem-esgoto-no-pais.ghtml

Dez anos após a Lei do Saneamento Básico entrar em vigor no Brasil, metade da população do país continua sem acesso a sistemas de esgotamento sanitário. Segundo os dados mais recentes do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), divulgados em janeiro deste ano e referentes a 2015, apenas 50,3% dos brasileiros têm acesso à coleta de esgoto, o que significa que mais de 100 milhões de pessoas utilizam medidas alternativas para lidar com os dejetos – seja através de uma fossa, seja jogando o esgoto diretamente em rios.
Em 2007, quando a lei 11.445 foi sancionada pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, 42% da população era atendida por redes de esgoto. Até 2015, o índice aumentou 8,3 pontos percentuais, o que corresponde a menos de um ponto percentual por ano. Quanto ao abastecimento de água, apesar de a abrangência ser bem superior à de esgoto, a evolução foi ainda mais lenta: passou de 80,9% em 2007 para 83,3% em 2015, um aumento de apenas 2,4 pontos percentuais. Já o índice de esgoto tratado passou de 32,5% para 42,7%.
Em algumas regiões do país, como a Norte, a situação é ainda mais grave: 49% da população é atendida por abastecimento de água, e apenas 7,4%, por esgoto. O pior estado – da região e do país – é o Amapá, com 34% e 3,8%, respectivamente. Já o melhor estado é São Paulo, com 95,6% de cobertura em água e 88,4% em esgoto. O Distrito Federal também tem taxas altas: 99% e 84,5%. Um mesmo estado, porém, pode ter cidades com índices muito elevados e muito baixos, algumas com serviços privatizados e outras, com públicos - por isso, é considerada a média de todos os municípios.
Os dados do SNIS utilizados pelo G1 são: "Índice de atendimento total de água" e "Índice de atendimento total de esgoto referido aos municípios atendidos com água". Os indicadores são os mesmos utilizados pelo Instituto Trata Brasil e são os recomendados pelo Ministério da Cidades para fazer as análises (Veja abaixo o ranking completo dos estados baseado nos dados)

Comparando a situação do saneamento básico no país entre 2007 e 2015:

O total de brasileiros atendidos por abastecimendo de água tratada passou de 80,9% para 83,3%
A população atendida por coleta de esgoto passou de 42% para 50,3%
O percentual de esgoto tratado foi de 32,5% para 42,7%
A região Norte segue com os indicadores mais baixos do país (56,9% para cobertura de água, 8,7% para esgoto e 16,4% para esgoto tratado)
A Sudeste continua como a região com a melhor situação: 91,2% (água), 77,2% (esgoto) e 47,4% (tratamento de esgoto)

“No geral, o avanço foi muito pequeno no país. Dez anos para conseguir passar da metade da população em esgoto é muito pouco. Não dá para continuar nesse ritmo. Estamos falando de uma agenda do século 19, de discussões de países desenvolvidos do século 19”, afirma Édison Carlos, presidente executivo do Instituto Trata Brasil.
Segundo ele, a falta de saneamento adequado traz não apenas problemas sociais ao país, mas também ambientais, financeiros e de saúde, já que é um fator importante na disseminação de doenças. “O saneamento é a estrutura que mais benefícios traz para a população. O ‘básico’ do nome não está ali à toa, é a estrutura mais elementar e a mais relevante." Por isso, a questão da melhora dos índices e da própria universalização se torna tão urgente na pauta do país, afirma.
O Ministério das Cidades diz que os grandes déficits históricos vêm sendo combatidos, e a complexidade de grande parte das obras e o seu tempo médio de duração ainda não permitem que todos os benefícios esperados sejam sentidos de imediato pela população, nem refletidos ainda de modo mais significativo pelos índices como os informados no SNIS. "Deve-se ressaltar que o saneamento básico é uma área que ainda tem grandes desafios a vencer, mas está recebendo uma grande priorização por parte do governo federal. Há um grande esforço para a continuidade dos investimentos no setor, apesar do momento de restrições orçamentárias pelo qual ainda passa o país e um empenho especial aos aprimoramentos necessários ao emprego eficiente dos recursos", afirma, em nota.
Sobre a discrepância dos índices entre as regiões, o ministério diz que "um dos grandes desafios da política pública brasileira é exatamente vencer a barreira das desigualdades sociais, assegurando, no caso do setor saneamento, o direito humano fundamental à água e esgotos, preconizado em resolução da ONU, em que o Brasil é signatário".
A Lei do Saneamento Básico prevê a universalização dos serviços de abastecimento de água e de tratamento da rede de esgoto no país, tendo como um dos principais pilares a elaboração de um plano municipal do setor para cada cidade. Além disso, a lei estabeleceu regras básicas para o setor ao definir as competências do governo federal, dos estados e dos municípios para os serviços, bem como a regulamentação e a participação de empresas privadas. Por conta disso, a expectativa era que o setor ia crescer exponencialmente após a lei.
O Ministério das Cidades diz que os planos municipais de saneamento básico são importantes porque constituem instrumentos que visam diagnosticar a situação local existente e estabelecer prioridades para investimentos e ações no curto, médio e longo prazos. "Trata-se de uma relevante ferramenta de gestão para a boa aplicação de recursos e para o controle social, o que beneficia diretamente a população local. Ter o plano será condição para o acesso a recursos federais na área de saneamento a partir de 2018."
Édison Carlos afirma, no entanto, que "o problema começou com a baixa compreensão dos municípios pela obrigatoriedade da lei". "O nível de adesão tem sido muito baixo, e não só pela falta de vontade, mas pelo despreparo das cidades. Fazer um plano exige capacidade técnica, algo que muitas cidades do país, principalmente as pequenas, não têm.”
Segundo suas estimativas, nem metade das cidades do Brasil tem um plano. Por conta das dificuldades, os prazos estabelecidos para as prefeituras elaborarem o plano foram prorrogados diversas vezes, passando de 2013 para 2015 e, posteriormente, para 2017.
Édison Carlos destaca também a situação das agências reguladoras do país como um dos pontos de entrave da lei. “A questão é muito aberta, pois cada prefeitura pode trabalhar para ter uma agência reguladora no seu município. É uma possibilidade ampla, mas, do ponto de vista do Brasil, é uma loucura poder ter 5.570 agências [o número total de cidades no país]”, afirma.
“Hoje, temos uma mistura muito grande de agências municipais, intermunicipais, estaduais e por consórcio. Imagina isso para uma empresa que presta o serviço de saneamento em várias cidades, como a Sabesp, que atende mais de 300 municípios em São Paulo. Como você é regulado por diversas agências com regras diferentes para a mesma coisa?”

Em busca da universalização

A Lei do Saneamento Básico prevê a universalização dos serviços de abastecimento de água e de tratamento da rede de esgoto no país, tendo como um dos principais pilares a elaboração de um plano municipal do setor para cada cidade. Além disso, a lei estabeleceu regras básicas para o setor ao definir as competências do governo federal, dos estados e dos municípios para os serviços, bem como a regulamentação e a participação de empresas privadas. Por conta disso, a expectativa era que o setor ia crescer exponencialmente após a lei.
O Ministério das Cidades diz que os planos municipais de saneamento básico são importantes porque constituem instrumentos que visam diagnosticar a situação local existente e estabelecer prioridades para investimentos e ações no curto, médio e longo prazos. "Trata-se de uma relevante ferramenta de gestão para a boa aplicação de recursos e para o controle social, o que beneficia diretamente a população local. Ter o plano será condição para o acesso a recursos federais na área de saneamento a partir de 2018."
Édisn Carlos afirma, no entanto, que "o problema começou com a baixa compreensão dos municípios pela obrigatoriedade da lei". "O nível de adesão tem sido muito baixo, e não só pela falta de vontade, mas pelo despreparo das cidades. Fazer um plano exige capacidade técnica, algo que muitas cidades do país, principalmente as pequenas, não têm.”
Segundo suas estimativas, nem metade das cidades do Brasil tem um plano. Por conta das dificuldades, os prazos estabelecidos para as prefeituras elaborarem o plano foram prorrogados diversas vezes, passando de 2013 para 2015 e, posteriormente, para 2017.
Édison Carlos destaca também a situação das agências reguladoras do país como um dos pontos de entrave da lei. “A questão é muito aberta, pois cada prefeitura pode trabalhar para ter uma agência reguladora no seu município. É uma possibilidade ampla, mas, do ponto de vista do Brasil, é uma loucura poder ter 5.570 agências [o número total de cidades no país]”, afirma.
“Hoje, temos uma mistura muito grande de agências municipais, intermunicipais, estaduais e por consórcio. Imagina isso para uma empresa que presta o serviço de saneamento em várias cidades, como a Sabesp, que atende mais de 300 municípios em São Paulo. Como você é regulado por diversas agências com regras diferentes para a mesma coisa?”

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Air Pano

link: http://www.airpano.com/

Síntese: AirPano é um projeto sem fins lucrativos focado em tours virtuais de alta resolução a partir de uma visão de olho de pássaro. A AirPano já fotografou mais de 300 locais dos mais interessantes do nosso planeta e é o maior recurso para panoramas aéreos de 360 ° no mundo. Existem cerca de 3000 panoramas esféricos no site no momento.

Locais Fotografados em 360 graus:
Courtesy of www.AirPano.com



Exemplos de Imagens Aéreas de Grandes Metrópoles:
Dubais, Emirados Árabes
Barcelona, Espanha
Amsterdã, Holanda
Budapeste, Hungria
Buenos Aires, Argentina
Cidade do México, México
Lima, Peru
Madri, Espanha
Nova Déli, Índia
Paris, França
Siena, Itália
São Paulo, Brasil

Softwares de Sistemas de Informação Geográfica

ArcGIS

AutoCad Map

Bentley Map

Geomedia Professional (Intergraph)

GRASS - Geographic Resources Analysis Support System

gvSIG

Map Info

Map Server

Map Window

Open Jump

Quantum GIS

SAGA - System for Automated Geoscientific Analysis

Smallworld

Spring

TerraView

u-DIG - User Friendly Desktop Internet GIS

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Instituto GeoEduc Conteúdos Gratuitos

link: http://www.geoeduc.com/conteudos-gratuitos/

Órgão Responsável: O Instituto GEOeduc foi fundado em abril de 2014, ligado à MundoGEO, empresa fundada em 1998 por Emerson Granemann. O foco do Instituo GEOeduc é o desenvolvimento de uma plataforma de cursos online em formato inédito no setor geoespacial, com liberdade de horários, material didático de qualidade, muitos exercícios e conteúdos complementares, além do suporte aos alunos por email, skype, telefone, redes sociais e mobile. Além disso, realiza pesquisas de mercado sob demanda.

Tela Inicial:


Síntese: O site contém mais de 90 itens, entre vídeos, glossários, check-lists, planilhas, guias e e-books.
VEJA ALGUNS DOS CONTEÚDOS QUE PODEMOS ENCONTRAR:

Geomática:
-Vídeo de AutoCAD Civil 3D Básico
-Vídeo GPS Garmin Etrex 10, 20 e 30
-Vídeo Novos projetos em negócios e geotecnologias
-Vídeo Por dentro do GPS Garmin Montana
-Vídeo PPP e RMB
-Produtividade em levantamentos planialtimétricos
-Guia Códigos de levantamento planialtimétrico
-Planilha Codificação de pontos para levantamento planialtimétrico
– Vídeo de GPS Garmin ETREX 10, 20 E 30
– Vídeo de Leitura de Miras
– Vídeo PPP e RBM
– Vídeo Novos projetos e negócios em geotecnlogias
– Vídeo Produtividade em Levantamentos Planialtimetricos
– Vídeo Introdução ao uso de geotecnologias na agricultura
– Vídeo de Projetos lineares no AutoCAD Civil 3D
– Vídeo Funções da ferramenta Basecamp da Garmin
– Vídeo Simulação de Rompimento de barragens como HEC-RAS
– Vídeo Aprofundando os conhecimentos em superfícies no civil 3D
– Vídeo Introdução aos Levantamentos GNSS
– Vídeo Modelagem Geográfica na Avaliação Ambiental
– Vídeo Estudos de Rompimento de barragens no Civil 3D

GIS:
-Análise Espacial com mapas de Kernel
-ArcGIS para a construção e publicação de mapas
-Bancos de dados Geográficos
-Bigdata geoespacial
-Cartografia Temática para Todos
-Definição e Projeção de Camadas no QGIS 2.8
-Do Desktop para a Nuvem com MapInfo
-Geocodificação
-Gestão de Recursos Hidricos
-Google Earth Pro com ferramentas avançadas
-Introdução ao SIG com prática no gvSIG
-Modelagem de Geoinformação na prática com ArcGIS
-Por dentro do GIS para Estudos de Mercado
-Topologias e Bancos de Dados no AutoCAD Map
-WebTreinamentos QGIS Introdutório e Publicação na Nuvem
-Guia Como baixar e usar dados do IBGE
-E-book:Guia definitivo do Google Earth
-Planilha Análise comparativa Google Earth Pro x ArcGIS Earth

Sensoriamento Remoto:
-QGIS: SIG + PDI + Análise espacial
-Sensoriamento Remoto e PDI com prática no ENVI
-Tendencias e Aprendizagem com drones
-VANTs & Drones para Análise Ambiental
-Legislação de Drones
-Guia prático para Baixar as imagens do INPE
-Instruções para o uso de drones no Brasil
-Check-list Trabalho de campo com drones
– Vídeo como integrar drones & GIS para otimizar resultados
– 15+20 passos para integração empresarial de GEO e Drones
– Integração dos empreendedores de geotecnologias e drones
– Introdução a tecnologia dos drones
– Mapeamento e topografia com drones
– Ebook: Por dentro da tecnologia dos drones
– Ebook: Curso de introdução à tecnologia dos drones
– Mini-curso de introdução à aerofotogrametria com drones
– Como escolher o drone ideal para seu projeto
– 10 passos para escolher e operar um drone

GeoIncra:
-Aula Grátis Curso de Georreferenciamento
-Boas práticas para o georreferenciamento
-Como orçar serviços de georreferenciamento
-CCIR, GEOINCRA e CAR: evitando erros e sanções
-Georreferenciamento com TopoEVN
-Georreferenciamento e CAR
-georreferenciamento de imoveis rurais e sigef
-Como iniciar o georreferenciamento
-Manual de certificação do INCRA

Meio Ambiente:
-CAR e Área de Preservação Permanente
-VANTs & Drones para Análise Ambiental
-Simulação de Rompimento de Barragens com HEC-RAS

CAR:
-Atualização do CAR de Minas Gerais
-CAR com prática no QGIS 2.8.1
-CAR e Área de Preservação Permanente
-CCIR, GEOINCRA e CAR: evitando erros e sanções
-Georreferenciamento e CAR
-Materiais sobre GEO e CAR automatizados
-Por Dentro do cadastro ambiental rural
-Planilha para orçar serviços de CAR

Outros:
-Formação e mercado de trabalho dos geógrafos
-Geoestatisticas nas ciencias agrarias
-Materiais sobre mapeamento colaborativo
-Material de introdução ao geomarketing
-Passo a passo para acessar webinars
-Requisitos e habilidades dos profissionais de geo
-Planilha de autoavaliação
-Principais termos de geotecnologia

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Sistemas de Informação Geográfica - SIG

baseado em O Mapa Fantasma, de Steven Johnson:
Em 1849 o policial recém casado Thomas Lewis e sua esposa Sarah mudaram-se para o bairro de Golden Square, na periferia de Londres. Eles passaram a morar num imóvel amplo, concebido para abrigar uma família rica e seus serviçais, mas que agora era uma espécie de cortiço, onde moravam cerca de 11 famílias. Em 1854 Thomas e Sarah tiveram uma filha. Na manhã de 28 de agosto de 1854, o bebê Lewis foi acometido por vômitos e diarreia intensa com um odor intenso e putrefato e ao identificar estes sintomas sua mãe buscou a ajuda do doutor William Rogers. Num dos poucos momentos em que a criança adormeceu, Sarah desceu ao porão e embebeu as fraldas sujas de seu bebê em água morna e despejou seu conteúdo em uma fossa que havia na frente de sua casa. Em apenas 48 horas este bebê foi a óbito. Daí por diante, os relatos não paravam de pessoas que apresentaram os mesmos sintomas e que também morreram em decorrência dessa doença, o cólera, que originou-se na Ásia e foi registrada na Europa pela primeira vez em 1831. Em pouco menos de uma semana, 500 pessoas morreram e em algumas ruas, uma em cada oito pereceu.
O Dr. John Snow, recém-formado, abriu um consultório médico no bairro de Soho, próximo ao Golden Square. Snow, que tinha como especialidade a medicina investigativa e a anestesia, começou a observar os hábitos dos moradores do bairro. A teoria vigente era a Teoria dos Miasmas, segundo a qual a doença seria transmitida pelo ar contaminado pelo odor de matéria orgânica em decomposição vindos de solos e lençóis freáticos contaminados. Mas John Snow observou que os médicos que tratavam os pacientes com cólera não eram contaminados. Durante os dias de morte, desespero e dúvidas sobre o cólera, John Snow dedicou-se a entrevistar os moradores do bairro: classe social, atividade laboral, endereço, tipo de moradia, poço onde tinham o costume de beber água, mortes por cólera na residência.
Paralelamente, o padre Henry Whitehead também fazia pesquisas sobre o cólera, chegando ao "Paciente Zero": o bebê "Lewis", morador da rua Broad, número 40, em frente da qual havia um poço. O padre percebeu rachaduras na fossa que facilmente levaria sujeira e contaminaria a àgua do poço.
O poço da Broad Street era uma espécie de atração local. Sua água era tida como mais refrescante do que a dos poços da Rupert Street e da Little Marlborough e muitas pessoas preferiam beber a água daquele poço mesmo que precisassem andar um pouco mais. A água da Broad Street era usada para preparar o café da cafeteria local; muitas lojinhas na vizinhança vendiam uma bebida denominada “sherbet”, uma refrescante mistura de pó efervescente e água da Broad Street. Os pubs da Golden Square diluíam seus destilados com a mesma água.
John Snow apresentou para o Conselho Administrativo da Paróquia de St. James, responsável pela região de Golden Square, um mapa onde identificava a incidência do surto, por meio de diagramas, que sobreposto a um primeiro mapa relacionando as mortes e o local onde os indivíduos buscavam água convenceu o Conselho a interditar o poço. Pouco tempo depois, o surto de cólera acabou.
29 anos depois o cientista alemão Robert Koch identificou o 'Vibrio cholerae' e observou que estes germes se alojam no intestino delgado, secretando toxinas que causam perda maciça de fluidos.A transmissão de cólera é fecal-oral e se dá basicamente por meio de água e alimentos contaminados pelas fezes ou pela manipulação de alimentos por pessoas infectadas. A infecção pela bactéria costuma acontecer após uma pessoa consumir água, frutos do mar, frutas e legumes crus e alguns grãos contaminados, como arroz e milho, por exemplo.

Localização dos poços:
Localização dos poços x Mortes por cólera
Densidade de Kernel do Estudo de John Snow
Definição

Um Sistema de Informações Geográficas consiste num conjunto de funcionalidades computacionais para obtenção, armazenamento e manipulação de informações representadas de forma vetorial ou matricial que têm um componente com característica espacial - a informação geográfica.
A Informação Geográfica de representação Matricial (Raster) caracteriza-se pela justaposição de formas geométricas que constituem uma matriz de pixels (ou células) com determinados valores. Denomina-se Resolução Espacial a capacidade de distinguir entre dois pixels adjacentes.
A Informação Geográfica de representação Vetorial contém dois componentes: o espacial e o semântico.

O componente espacial refere-se à geometria e à localização do objeto propriamente dita dentro de uma determinada referência do espaço terrestre.

O componente semântico refere-se ao que o objeto representa, ou seja, o seu significado dentro da estrutura de dados.

Exemplo: Do ponto de vista do componente espacial, a Geometria Ponto está na coordenada x,y do mapa considerando o sistema de projeção UTM Fuso 23 - SIRGAS 2000. O ponto é acompanhado de uma Anotação perpendicular à face da quadra.

Já sob o ponto de vista semântico o Ponto representa uma ligação de água e esgotos imóvel 1388, local métrico 77.

FINAL DO TORNEIO DE TÊNIS NAS OLIMPÍADAS DE LONDRES

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

OGC

O Open Geospatial Consortium, Inc. (OGC), é uma especificação internacional para tornar seus mapas e dados disponíveis em um formato gratuito, reconhecido internacionalmente através da web. Os serviços OGC fornecem acesso gratuito aos dados geográficos e funcionalidades do software, permitindo as organizações incorporarem GIS em qualquer aplicativo em uma variedade de dispositivos móveis e computadores. Estes serviços gratuitos ajudam a melhorar o compartilhamento e a interoperabilidade de informações espaciais. Pode haver desafios associados aos serviços OGC; por exemplo, alguns estão sendo servidos fora de servidores relativamente antigos que pode causar problemas na execução ao exibir em aplicativos mais novos. Além disso, pode haver problemas relacionados ao suporte de esquemas do mosaico ou projeções de camadas em um mapa base. Aprenda mais sobre OGC no site da web Open Geospatial Consortium. A Esri mantém uma página da web Interoperabilidade e Padrões detalhando seu suporte para serviços de OGC no ArcGIS.

ArcGIS Online suporta as especificações de OGC seguintes:
  • Serviço de Feição da Web OGC (WFS) é um serviço de feição dinâmico que segue as especificações de OGC. Você pode adicionar camadas OGC WFS em mapas que você cria com o visualizador de mapa. Você também pode adicionar camadas OGC WFS como itens no ArcGIS Online Veja um exemplo. Você também pode publicar uma camada de WFS hospedada a partir de camadas de feição hospedadas no ArcGIS Online.
  • Serviço de Mapa da Web OGC (WMS) é um serviço de mapa dinâmico que segue as especificações do OGC. Você pode adicionar camadas OGC WMS em mapas que você cria com o visualizador de mapa. Veja um exemplo. Você também pode adicionar mapas de OGC WMS como itens no ArcGIS Online.
  • Serviço de Mapa do Mosaico da Web OGC (WMTS) é um conjunto de mosaicos da imagem com cache que segue as especificações do OGC. Você pode adicionar camadas OGC WMTS em mapas que você cria com o visualizador de mapa. As camadas de mosaico hospedada que você publica no ArcGIS Online estão habilitadas para utilizar em clientes de WMTS.Veja um exemplo.







Utilizar mapas base compatíveis com camadas OGC

Para exibir os mapas corretamente, a projeção das camadas e dos mapas base precisa ser compatível. Além disso, o esquema de mosaico de uma camada WMTS precisa ser compatível com o esquema de mosaico do mapa base. O visualizador de mapa tentará desenhar sua camada OGC com o mapa base que você selecionar. Se o visualizador de mapa não puder desenhar sua camada no mapa base (pois a projeção ou esquema de mosaico não correspondem), e a camada OGC WMS ou WMTS for a primeira camada que você adicionou no mapa, o visualizador de mapa tentará utilizar um mapa base diferente.
Por exemplo, se a sua camada estiver em GCS WGS84, o visualizador de mapa utilizará o mapa base Imagem Mundial GCS WGS84. Seu admistrador do portal pode ter alterado os mapas base padrão e ter incluído algum outro que suporte a projeção da camada. Se um mapa base na galeria não for compatível, o visualizador de mapa utilizará sua camada como o mapa base. Se você adicionar uma camada OGC WMS ou WMTS no mapa existente ou ela não for compatível com qualquer mapa base na sua galeria, o visualizador de mapa não a adicionará no seu mapa; pelo contrário, você visualizará uma mensagem de erro informando que sua camada não é compatível com o sistema de coordenadas do mapa base.
Para camadas OGC WFS, a projeção do mapa base deve ser suportada pelo serviço de WFS ou a camada pode não ser exibida com sucesso. O visualizador de mapa não irá trocar para utilizar uma mapa da web compatível. Se o mapa base não for compatível com a camada WFS, o visualizador de mapa exibirá uma mensagem para este efeito.

Adicionar camadas OGC WMS no seu mapa

Ao adicionar uma camada OGC WMS a um mapa, você pode optar por adicionar todas as camadas no serviço ou selecionar as camadas que deseja adicionar. Se você adicionar todas as camadas no serviço, todas as camadas são adicionadas ao mapa, mas somente a primeira camada é exibida. Para ativar as outras camadas, clique no botão Conteúdo, clique no nome da camada OGC WMS e selecione as caixas próximas às camadas que você deseja que apareçam no mapa. Você também pode controlar quais camadas em seu serviço OGC WMS aparece no mapa ao escolher as camadas que deseja ao adicionar OGC WMS como um item ou atualizar o item.
Ao adicionar uma camada OGC WMS ao seu mapa, você tem a opção de especificar parâmetros personalizados para anexar aos pedidos realizados no WMS. Por exemplo, se sua camada WMS suporta estilos, eles pode ser utilizado como um parâmetro personalizado para pedidos da camada. Se uma chave de acesso for exigida, a chave pode ser configurada como um parâmetro personalizado para todos os pedidos realizados para o WMS. Os parâmetros personalizados são aplicados para todas as camadas que você especifica para ser adicionada ao mapa. Se desejar anexar parâmetros personalizados diferentes para somente camadas específicas, você deve adicionar estas camadas separadamente.
Por padrão, ao adicionar uma camada OGC WMS como um mapa base, as primeiras 10 camadas no serviço são adicionadas e todas as 10 camadas aparecem visíveis. Você pode selecionar camadas diferentes no serviço de WMS para adicionar ao mapa base ao adicionar o WMS ao mapa ou se você adicionar o WMS como uma camada operacional e mover para o mapa base.

Adicionar camadas OGC WFS no seu mapa

Quando você adiciona camadas OGS WFS no mapa, você deve escolher uma camada de cada vez. Para adicionar mais camadas, repita as etapas para adicionar a camada. Você também pode especificar as opções de configuração avançadas ao adicionar uma camada WFS a um mapa. Você pode alterar o limite máximo de feição ou optar por inverter as coordenadas x,y. Se a camada WFS tiver feições complexas, você deverá também selecionar o tipo de feições para visualizar: pontos, linhas ou polígonos.
Ao adicionar uma camada OGC WFS ao seu mapa, você tem a opção de especificar parâmetros personalizados para anexar aos pedidos realizados no WFS. Por exemplo, se o serviço exigir uma chave de acesso, a chave poderá ser incluída como um parâmetro personalizado para todos os pedidos feitos no WFS. Quando parâmetros personalizados são especificados, eles são automaticamente aplicados a todos os pedidos realizados para WFS.
Ao adicionar uma camada WFS no mapa, seu mapa base deve ser compatível com a projeção da camada WFS.

Adicionar camadas OGC WMTS no seu mapa

Cada camada em um serviço OGC WMTS contém um conjunto de imagens com cache e pode ter um esquema de mosaico diferente das outras camadas disponíveis no serviço WMTS. Você deve adicionar somente as camadas que usuários do seu mapa precisam visualizar, pois muitos mosaicos da imagem com cache podem agrupar o mapa e levar muito tempo para desenhar, especialmente em navegadores da web. Para ajudar a maximizar o desempenho do seu mapa, o visualizador de mapa o solicita para selecionar uma camada específica para adicionar a partir do seu serviço WMTS. Você pode adicionar mais de uma camada, mas você precisa voltar ao processo de adicionar o WMTS no seu mapa.
Ao adicionar uma camada OGC WMTS ao seu mapa, você tem a opção de especificar parâmetros personalizados para anexar aos pedidos realizados no WMTS. Por exemplo, se o serviço exigir uma chave de acesso, a chave poderá ser incluída como um parâmetro personalizado para todos os pedidos feitos no WMTS.
Ao adicionar WMTS como um item, você deve selecionar uma camada específica e deve também selecionar a projeção da camada, se a camada suporta projeções múltiplas. Se desejar adicionar múltiplas camadas ou projeções adicionais, você deverá criar itens individuais para cada camada ou projeção.

Serviços de OGC seguros

Serviços de OGC WFS, WMS seguros com a autenticação em série da web, como Autenticação Integrada do Windows (IWA), uma infraestrutura de chave pública (PKI), autenticação de acesso Digest ou Básico, são suportados. Serviços OGC WFS, WMS e WMTS seguros com autenticação baseada em token não são suportados. Configure o suporte para serviços OGC seguros com autenticação em série da web ao adicionar o servidor que hospeda os serviços na lista da sua organização dos servidores confiáveis. O servidor deve suportar CORS, caso contrário, as camadas hospedadas no servidor não funcionarão como esperado no ArcGIS Online. Se você acessar o serviço OGC seguro com Internet Explorer, você poderá precisar de um domínio de servidores confiáveis da sua organização na lista de sites confiáveis do seu navegador.
Após o servidor ser adicionado à lista de servidores confiáveis, você poderá adicionar seus serviços OGC no visualizador de mapa ou como um item. Se a autenticação for necessária, os usuários que adicionam ou visualizam camadas OGC seguras serão solicitados para inserir suas credenciais.

Limitações

Abaixo estão as limitações atuais para uso das camadas de OGC no visualizador de mapa.
  • Você não pode editar feições, adicionar camadas OGC com segurança baseada em token ou adicionar camadas OGC internas.
  • A camada OGC e o mapa base precisam utilizar o mesmo sistema de coordenadas, por exemplo, Web Mercator (o sistema de coordenadas do mapa base padrão na galeria de mapa base do visualizador de mapa). Seu administrador pode ter alterado os mapas base padrão. Verifique com o administrador se você terá problema ao utilizar os mapas base do visualizador de mapa com a camada OGC.
  • As camadas de grupo do OGC WMS não são suportadas.
  • A atualização nas camadas OGC WMS somente funciona se o serviço WMS honrar as regras de cache HTTP padrão.
  • Se a opção para configurar pop-ups não estiver disponível para a camada WMS, você poderá precisar adicionar a camada no visualizador de mapa novamente ou recriar o item de WMS. Algumas camadas WMS não suportam pop-ups.
  • Ao imprimir camadas OGC WMS ou WMTS, os parâmetros personalizados não são suportados.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Centro de Gerenciamento de Emergências

link: http://www.cgesp.org/v3/index.jsp

órgão responsável: O Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) é o órgão da Prefeitura de São Paulo responsável pelo monitoramento das condições meteorológicas na Capital. Espelhado em modelos preventivos existentes em outras metrópoles mundiais, foi criado em novembro de 1999, após uma inundação de grande proporção que tomou a região do túnel do Anhangabaú em março do mesmo ano.
Para compor o quadro de funcionários do Centro, foram recrutados profissionais com ampla experiência no assunto. Alocado em uma sala na Central de Operações da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), o CGE passou a reunir meteorologistas, engenheiros, técnicos em meteorologia e monitoramento e assessores de imprensa, incumbidos de monitorar, coletar e transmitir informações relacionadas a chuvas, temperatura e umidade relativa do ar para diversas secretarias municipais e órgãos como Defesa Civil, CET, Corpo de Bombeiros, Subprefeituras, entre outros, munícipes e os mais variados veículos da imprensa, incluindo os principais jornais, revistas, portais de notícias na internet e emissoras de rádio e TV.
Com o apoio de imagens de radar em tempo real, imagens de satélite, modelos numéricos de previsão, radiossondagem, dados de estações meteorológicas e rede telemétrica, a equipe do CGE opera 24 horas por dia, incluindo finais de semana e feriados, informando a previsão do tempo, tendência e dados coletados através de atendimentos presenciais, telefônicos, e-mails e atualizações constantes no website http://www.cgesp.org.
Em parceria com a Coordenadoria Municipal de Defesa Civil (Comdec), no período chuvoso, que compreende os meses de novembro a abril, o Centro se dedica ao Plano Preventivo de Defesa Civil (PPDC), através da "Operação Chuvas de Verão", realizada em parceria com outros órgãos para prevenir os efeitos danosos provocados pelas fortes chuvas registradas no período. Neste trabalho, o CGE exerce a função de notificar e manter informados os órgãos participantes sobre as condições meteorológicas previstas, acumulado das chuvas, entre outros.
Ainda em parceria com a Comdec, nos meses mais secos o CGE é responsável pelo monitoramento dos índices de umidade relativa do ar, e nos meses mais frios, pela informação das baixas temperaturas. Quando em temperaturas inferiores a 13ºC, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (SMADS) sai às ruas em busca de moradores de rua para o acolhimento em albergues da Cidade.
Em seus 12 anos de funcionamento, o CGE formou um vasto histórico de dados meteorológicos, dados estes que auxiliam não só os órgãos ligados à Prefeitura, mas também a estudantes, pesquisadores, imprensa, munícipes em geral e demais outros meteorológicos nacionais.

página inicial:

Estados de criticidade decretados em decorrência das chuvas:

Observação: É um estado contínuo, que se mantém enquanto a condição do tempo permanece sem mudanças significativas (ex.: dias ensolarados, tempo seco ou chuvas fracas);

Atenção: Considera as chuvas que possuem potencial para a formação de alagamentos (precipitação intermitente ou contínua e/ou moderada à forte);

Alerta: Estado deflagrado após a confirmação do transbordamento de córregos e rios;

Alerta máximo: Ocasião em que é constatado estado de calamidade pública, o qual depende de intervenção das esferas estadual e federal.

Obras Antienchentes

por Fabrício Lobel da Folha de São Paulo
Ludmilla Souza – Repórter da Agência Brasil
O prefeito da cidade de São Paulo, João Doria, apresentou em 28/12/2016 o plano da Operação Chuvas de Verão 2016/2017, no Centro Integrado de Comando e Controle Regional (CICCR-SP). Doria ressaltou a integração como diferencial na operação. “Criamos este comitê para as chuvas de verão, integrando governo do estado, governo municipal e outros entes numa ação conjunta. A operação já está dentro de um novo conceito de gestão, uma ação com a transversalidade de diversas áreas, e também com empresas fornecedoras da prefeitura e do governo do estado”. Segundo ele, a operação é um conjunto de atitudes e ações estruturantes. “Dessa maneira, vamos buscar mais eficiência de gestão, maior integração das ações e, consequentemente, melhores resultados para prevenir os efeitos da chuva”, acredita.

A partir do CICCR, 13 agências – Companhia de Engenharia de Trafego (CET), SPTrans, AES Eletropaulo, Cia de Saneamento Básico do estado (Sabesp), Defesa Civil municipal e estadual, Polícia Civil, Polícia Militar, Guarda Civil Metropolitana, Departamento de Águas e Energia Elétrica (Daee), Metrô, Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e Corpo de Bombeiro – vão atuar em conjunto para superar a fase crítica de chuvas, de dezembro a março. “Este será o centro de controle e monitoramento da operação, e vai funcionar 24 horas, em ação integrada e articulada, a partir do dia 1º de janeiro”, informou Doria.

O próximo prefeito da capital paulista disse que será a primeira vez que a ação integrada será realizada sob comando do CICCR-SP. Para ele, será o “primeiro grande teste de como essa ação pode melhorar a qualidade de vida das pessoas e, principalmente, diminuir os efeitos das chuvas nesses próximos três meses”.

Monitoramento imediato

O CICCR-SP está instalado na Secretaria Estadual de Planejamento e Desenvolvimento Regional, no bairro da Luz, centro da cidade. O centro tem capacidade para operar com 60 agências distintas e é um dos legados da Copa do Mundo de 2014. “Desta sala de controle temos a experiência de controlar as operações de segurança pública do estado, e aqui já foi controlada a operação para a Copa e para as Olimpíadas de 2016. Com as agências, facilitamos a prevenção e a pronta resposta em caso de qualquer anormalidade no período de chuvas”, frisou o coronel Marcos, comandante do centro.

O superintendente do DAEE, Ricardo Daruiz Borsari, disse que a primeira ação do órgão é na linha da previsão. “Operamos no radar meteorológico, na barragem de Ponte Nova. São mais de 200 estações telemedidas online, de cinco em cinco minutos, sobre a chuva e o nível dos principais drenos nos córregos e rios da capital, nível de água em todos os reservatórios de retenção”, e isso permite uma atuação integrada imediata. Os dados estarão disponíveis em todos os agentes envolvidos na operação, acrescentou.

O coordenador do Programa de Combate às Enchentes e futuro secretário adjunto das prefeituras regionais, Fábio Lepique, havera diferentes ações planejadas de prevenção no tratamento do lixo, por exemplo. Segundo ele, haverá coleta excepcional dos resíduos sólidos domiciliares e as empresas coletadoras vão estruturar horários mais adequados, de acordo com as chuvas. Quando necessário, as varrições e coletas serão antecipadas, além de a administração pública intensificar a limpeza de bocas de lobo e bueiros.

As principais preocupações do paulistano no período de chuvas são as quedas de árvores e a interrupção dos semáforos. Sobre isso, Doria promete a troca de semáforos. “Faremos um esforço junto à Eletropaulo para melhorar a energização dos semáforos e também a troca por outros mais modernos, blindados, que evitem situação que, lamentavelmente, se tornou tradição na cidade: uma quantidade enorme de semáforos que não funcionam durante a chuva”.

Quanto às quedas de árvores, o próximo secretário de Segurança Urbana, coronel José Roberto Rodrigues de Oliveira, disse que haverá um estudo aprofundado. “Vamos mapear todas as árvores em conjunto com a Secretaria do Meio Ambiente para poder [adotar] ações. A partir de 1º de janeiro, teremos um trabalho focado, trazendo especialistas para que possamos entender o problema, e a partir daí demandar soluções”.

Uma ação que gerou resultado na cidade foi a implantação de sensores eletrônicos nas bocas de lobo e bueiros. É um sistema inteligente de monitoramento que identifica resíduos antes de eles bloquearem completamente a entrada de água. O futuro prefeito afirma que vai continuar o trabalho, instalado em 110 bueiros e bocas de lobo em regiões com histórico de alagamentos frequentes durante as chuvas. “Essa é uma tecnologia moderna e muito funcional, pois demonstra, rápida e eficientemente, as bocas de lobo que exigem limpeza imediata. Nós vamos prosseguir com esse programa”, garantiu.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Livro Arc Gis 10.2.2 Básico Vol.2



links: Livro em PDF
Bases de Dados em rar

Síntese: O Livro Arc Gis 10.2.2 Básico Vol.2 - Fotointerpretação e Edição de Dados Espaciais é um trabalho disponibilizado gratuitamente pelo site do seu organizador, o Prof. Dr. Alexandre Rosa dos Santos, denominado Mundo da Geomática.

Temas Abordados: Preparação da Base de Dados, Mosaicagem de Aerofotos, Recorte do Mosaico de Aerofotos, Fotointerpretação de Bacia e Nascentes, Fotointerpretação de Uso e Ocupação da Terra, Principais Comandos de Edição.

Livro Arc Gis 10.2.2 Básico Vol.1



links: Livro em PDF
Bases de Dados em rar

Síntese: O Livro Arc Gis 10.2.2 Básico Vol.1 - Elaborando Meu Primeiro Mapeamento é um trabalho disponibilizado gratuitamente pelo site do seu organizador, o Prof. Dr. Alexandre Rosa dos Santos, denominado Mundo da Geomática.

Temas Abordados: Conceito de SIG, Fundamentos do Arc Gis 10.2.2 e Elaboração de Mapeamento tendo por base arquivo cedido pela GEOBASES - Sistema Integrado de Bases Georreferenciadas do Estado do Espírito Santo correspondente à sub-bacia hidrográfica do córrego Horizonte, localizada no município de Alegre (ES).